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União do Songo repudia arbitragem de Alvação e Maringula

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A União Desportiva do Songo não saiu satisfeita com a actuação do árbitro internacional moçambicano Celso Alvação que dirigiu o jogo diante da Associação Black Bulls e que terminou empatado a uma bola, partida realizada na última terça-feira, 18 de Junho, e que estava inserida na oitava jornada do Campeonato Nacional de Futebol, Moçambola 2024.

 

Por Redacção LanceMZ

 

Com efeito, os “hidroeléctricos” como demonstração da sua insatisfação redigiram uma nota de repúdio e que foi posta a circular através da sua página oficial do Facebook, na qual escrevem que a partida frente ao líder do Moçambola “já se adivinhava difícil”, facto agravado “pela equipa de arbitragem escolhida para arbitrar este jogo”.

 

Passando as incidências que levaram a elaborar a referida nota de repúdio, a União do Songo refere que “foi notório o esforço do trio de arbitragem encabeçado por Celso Alvação em condicionar o jogo da UDS quando por diversas vezes, em contrariedade até das regras do jogo, como é o caso da lei da vantagem, cortava jogadas de ataque da UDS por motivos e fundamentos questionáveis”, acrescentando que “a postura parcial desta equipa de arbitragem foi visível igualmente nos diversos casos em que, por acasos corriqueiros do jogo, ameaçava sistematicamente os jogadores da UDS com cartões, tudo, parecia-nos, com o intuito de condicionar o seu rendimento, o que teve o seu epítome no sancionamento do Capitão da equipa de todos nós, Dominguez, com um cartão amarelo, sem motivo justificativo”.

A União Desportiva do Songo questiona o facto de dois elementos da referida equipa de arbitragem terem sido esta época nomeados para dirigir os jogos da Black Bulls, escrevendo que “numa época em que a CNAF referiu ter diversos árbitros de elite no Moçambola, qual é a razão de se insistir no Sr.Celso Alvação e Arsénio Marrengula, para apitar os deste Adversário sendo que o mesmo sempre inclina o campo do jogo com a sua intervenção?”.

 

Mais adiante, a turma que representa a província de Tete escreve que “a parcialidade foi tamanha que um membro da equipa médica da UD Songo foi admoestado com a cartolina vermelha por ter entrado em campo para socorrer um jogador que se contorcia caído no terreno do jogo, após choque de cabeça com um jogador adversário: nem a integridade física e saúde dos jogadores é tida em conta, quando o objectivo é manietar a UD Songo?”.

 

Na ponta final da carta, a equipa que é patrocinada pelo maior patrocinador do Moçambola, a Hidroeléctrica Cahora Bassa, promete acções futuras escrevendo que “A UD Songo está a estudar as medidas cabíveis sobre estes eventos e irá formalmente comunicar às entidades reguladoras para que se certifiquem que actos similares não voltem a acontecer no nosso futebol”. (LANCEMZ)

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