desporto mocambicano

Num festival de falhanços valeu golo madrugador de Mário no regresso de Losciuto

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O Ferroviário de Maputo recebeu e derrotou o seu homónimo de Nampula por uma bola a zero, no jogo que marcou o regresso do treinador belga Jean Losciuto ao banco suplentes das “locomotivas” da capital do país, depois de ter estado ausente na jornada anterior devido a falta de visto. Do outro lado, foi português Nelson Santos o grande ausente na equipa que veio de Nampula tendo acompanhado o jogo à distância, isto é a partir de Joanesburgo, na África do Sul, onde se encontra a tratar do seu visto de trabalho.

 

Por Redacção LanceMZ e Sérgio Sitóe (FOTOS)

 

Em pleno Estádio da Machava e vindo de uma vitória moralizadora diante do Ferroviário de Nacala, os “locomotivas” entraram a todo gás com o objectivo de chegar ao golo quanto antes, com Kito a tirar um passe certeiro, mas Tununo não conseguiu acertar o alvo que era o fundo das redes defendidas por Fazito.

 

Aos cinco minutos Tununo volta a aparecer em destaque, desta feita a fazer um esforço e conseguir uma assistência para Mário que no coração da pequena área só teve que encostar o pé a bola e empurra-la para o fundo das redes, fazendo a inauguração do activo, ou seja colocando o Ferroviário de Maputo em vantagem.

 

Perante uma defesa do Ferroviário de Nampula que concedia inúmeras facilidades aos jogadores adversários, os pupilos de Jean Losciuto só podem queixar-se de si mesmo, perante o gritante desacerto com o fundo das redes que foram demonstrando ao longo do jogo em que criaram inúmeras oportunidades, mas pecavam na finalização, daí que não foi de espantar que o intervalo tenha chegado com a essa magra vantagem para a equipa da casa.

 

Na segunda parte a tendência do jogo não se alterou. A equipa que este domingo foi orientada por Payo Armachande continuou a demonstrar muitas dificuldades para travar o ímpeto ofensivo contrário e só deve agradecer pelo desacerto na hora de finalização que os atacantes do Ferroviário de Maputo demonstraram ao longo da etapa complementar.

 

Mesmo quando os “locomotivas” da cidade de Maputo ficaram reduzidos a dez unidades após a expulsão de Shaquile Nangy, que viu a cartolina amarela pela segunda vez que deu direito à expulsão, os “axinenes” não conseguiram melhorar no seu desempenho, daí que Celso Alvação acabou por dar por terminada a contenda com essa magra vantagem dos donos da casa, que registaram a segunda vitória consecutiva no Moçambola. (LANCEMZ)

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