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Multas pesadas para Ferroviário da Beira e de Quelimane por insultos aos árbitros

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O Conselho de Disciplina da Liga Moçambicana de Futebol voltou a ter mão pesada para com os clubes, seus dirigentes e adeptos por adoptarem comportamentos incorretos em protestos as arbitragens nos jogos da oitava jornada do Moçambola 2023.

 

Por Redacção LanceMZ

 

O Ferroviário da Beira foi a formação que recebeu a maior sanção, com as muitas a fixarem-se em 95 mil Meticais, devido ao comportamento adoptado pelos seus representantes no jogo com a Associação Black Bulls, partida de destaque da ronda anterior que terminou empatada a zero.

 

Com efeito, o Comité de Disciplina da LMF sancionou o Director Desportivo dos “locomotivas” do Chiveve, Anísio José Henriques, com uma muita de 75 mil Meticais por “ter proferido palavras injuriosas contra a equipa de arbitragem no intervalo (no túnel)” na aludida partida.

 

Ainda na sequência dos incidentes verificados no jogo frente a Bkack Bulls, o Ferroviário da Beira foi sancionado com a muita de 20 mil Meticais “por sócios e simpatizantes do clube terem adotado comportamento desportivamente incorrecto, através do arremesso de objectos para o interior do retângulo de jogo tais como pedras e garrafas de água contra a equipa de arbitragem no intervalo do jogo”.

 

Quem também foi sancionado com uma multa de 75 mil Meticais foi o Ferroviário de Quelimane que segundo o Conselho de Disciplina da LMF “por os dirigentes adoidarem atitudes incorrectas, proferindo palavras injuriosas e agredindo ao árbitro segundo assistente no fim do jogo” em que disputaram e perderam por uma bola sem concorrência frente ao seu homónimo de Nampula.

 

Refira-se que o Conselho de Disciplina da LMF não emitiu nenhum parecer em relação aos incidentes que se registaram no final do jogo entre o Ferroviário de Lichinga e o Matchedje de Maputo e que terminou empatado a uma bola, com o golo de empate a ser objectivo através de uma grande penalidade assinalada já depois dos 7 minutos de compensação concedidos pelo árbitro Armando Munguambe, o que originou protestos dos jogadores “militares” e obrigou a Polícia de Intervenção Rápida a disparar gás lacrimógeneo. (LANCEMZ)

 

 

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