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Black Bulls usou em simultâneo seis estrangeiros na ponta final do empate com Ferroviário de Nampula

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A Associação Black Bulls terá utilizado em simultâneo seis jogadores estrangeiros na ponta final do jogo que disputou e empatou a duas bolas com o Ferroviário de Nampula em jogo da 20ª Jornada do Campeonato Nacional de Futebol - Moçambola 2022, decorrido este domingo no Complexo Desportivo de Tchumene.

 

Por Redacção LanceMZ e Sérgio Sitóe (Fotos)

 

Com efeito, os campeões nacionais que iniciaram o jogo com três estrangeiros escalados para o onze inicial nomeadamente Kadre, Stephen e Hamed terminaram a partida com mais três jogadores não moçambicanos nomeadamente Rume  que entrou para o lugar do Martinho, Djibril que rendeu Jesus e o Great ficou no lugar do Víctor, isto é, violando o regulamento de competições que no seu número 38 limita a utilização simultânea de jogadores estrangeiros para cinco.

 

Perante esta violação grosseira do regulamento de competições o Ferroviário de Nampula poderá reclamar os três pontos junho a secretaria, visto que a utilização excessiva de jogadores estrangeiros.

 

O JOGO

 

A semana que antecedeu a 20ª jornada foi marcada por troca de mimos nas redes sociais entre a União Desportiva do Songo e a Black Bulls que tinham como  epicentro as declarações de Nelson Santos treinador do Ferroviário de Nampula que dizia que os “touros” eram a equipa melhor indicada para conquistar o título, declarações estás após os “locomotivas” de Nampula terem sido goleados em casa dos “hidroelétricos” que temiam que no encontro deste fim-de-semana houvesse favoritismo por parte dos “Axinenes”.

 

No relvado do campo 2 do Tchumene viu-se outro cenário com o Ferroviário de Nampula a entrar em campo com o objectivo de chegar à vitória e lutar pelo terceiro lugar na tabela classificativa.

 

Foi assim que aos 8 minutos a equipa de Nelson Santos chegou ao golo inaugural, apontado por intermédio de Chelito que não se fez de rogado e violou a baliza defendida por Ivan Urubal, surpreendendo os adeptos da equipa da casa.

 

Inácio Soares viu os seus planos alterados com este golo, perante uma equipa que veio para o Tchumene jogar de forma destemida e o resultado disso foi o segundo golo apontado aos 14 minutos, por intermédio de Isac de Carvalho que fez o segundo golo da contenda.

 

Os campeões nacionais foram atrás do prejuízo e conseguiram reduzir a desvantagem ao minuto 38 quando Nené subiu para a zona de ataque e fez o que os atacantes não conseguiam fazer, ou seja, desviar a bola para o fundo da baliza de Fazito, colocando o resultado em 1-2 ao intervalo.

 

MÁ ARBITRAGEM DE MALAGUETA

 

Na segunda parte os donos da casa de tudo fizeram para chegar ao golo de igualdade, mas encontraram uma pronta resposta do jovem guarda-redes Fazito que por várias vezes negou o tento da igualdade para os campeões nacionais em título.

 

Com o Ferroviário de Nampula retraído no seu meio-campo à procura de preservar a magra vantagem, a Black Bulls foi a equipa mais ofensiva, numa partida em que o árbitro Guilherme Malagueta teve uma arbitragem muito aquém do desejado, prejudicando as duas equipas e o espectáculo com o seu mau ajuizamento dos lances.

 

E foi na sequência de um lance de bola parada que a Black Bulls chegou ao golo de empate, num livre cobrado pelo capitão que levou a bola para o fundo das redes dos “Axinenes”, restabelecendo a igualdade e minimizando os efeitos de a equipa não ter ganho nesta sua perseguição ao primeiro classificado da competição. (LANCEMZ)

 

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