Os candidatos à presidência da Federação Moçambicana de Atletismo (FMA), nomeadamente Paulo Sunia, Gilberto Gomes e Kamal Badrú, já submeteram as suas candidaturas ao pleito eleitoral, que terá lugar no dia 30 de Abril do corrente ano, data em que também se realizará a Assembleia Geral do organismo máximo da modalidade, que viu Lurdes Mutola conquistar a única medalha de ouro do país nos Jogos Olímpicos.
Por Vanildo Polege
A oficialização da intenção de presidir à FMA, por parte dos candidatos, decorreu na sede do órgão federativo, esta sexta-feira, 10 de Abril, localizada no Parque dos Continuadores, considerado a catedral do atletismo moçambicano.
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Na ocasião, o mandatário de Kamal Badrú, Sandro Mário, afirmou que o elenco do presidente cessante da federação está confiante na vitória e, consequentemente, na recondução para um novo mandato, reiterando que o ciclo da anterior direcção foi bem-sucedido.
“Estamos com expectativas de que tudo vai correr bem no processo. Hoje foi o início deste processo eleitoral, com a entrega das candidaturas, e cumprimos essa etapa, aguardando os passos subsequentes.
É evidente que levamos também em consideração algumas recomendações deixadas pela comissão, para que tudo decorra da melhor forma, ou seja, que as restantes fases do processo sejam claras e objectivas, e haja consenso entre todas as partes, tanto os candidatos como a comissão.
Temos um histórico positivo. Como referi, o presidente cessante teve um mandato bem conseguido, bem estruturado, e o atletismo hoje está dinamizado, sendo visível a mudança operada no mandato anterior pelo presidente Kamal Badrú”, afirmou Mário.
Por sua vez, Gilberto Gomes também submeteu a sua candidatura à presidência do organismo. Esta foi recebida e encontra-se em fase de triagem pela Ordem dos Advogados e pela comissão de gestão, aguardando a sua validação. O mandatário de Gomes diz-se igualmente confiante e espera que o seu candidato vença, visando a reunificação da família do atletismo.
“Já entregámos a candidatura e esperamos que a comissão proceda à avaliação do processo e, posteriormente, nos notifique com eventuais recomendações para correcção.
O processo ainda está no início, mas irá avançar. Trata-se de um processo sério, que visa a restauração, a moralização e a união da família do atletismo.
Pretendemos promover uma viragem, garantindo a massificação da modalidade, e que Moçambique volte a afirmar-se como uma nação de vencedores, com atletas a conquistar medalhas e a participar em competições internacionais e regionais.
Mais do que isso, queremos que o atletismo não se limite apenas a Maputo”, rematou Massinga.
Quanto a Paulo Sunia, submeteu a sua candidatura na quarta-feira passada, 8 de Abril, facto que não permitiu a cobertura jornalística da imprensa. Sabe-se, contudo, que a mesma foi recebida e que, juntamente com as restantes, seguirá para o processo de avaliação, sendo os resultados das submissões divulgados brevemente.
Após a fase de candidaturas à presidência da FMA, seguem-se os trâmites subsequentes, nomeadamente a realização das eleições, o apuramento e a publicação dos resultados, bem como a investidura do novo presidente, marcada para o próximo dia 20 de Maio. (LanceMZ)










