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Moçambique supera dificuldades com Senegal em teste com resultado estimulante antes do AfroBasket 2023

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A selecção nacional de basquetebol sénior feminina de Moçambique venceu o seu segundo jogo de controlo antes da sua participação no AfroBasket, desta feita frente a sua congénere do Senegal, por 69-70, ou seja, um ponto de diferença que demonstra quão foi equilibrada a partida e dentro das perspectivas traçadas por Carlos Aik, que pretendia ter um adversário que oferecesse maior dificuldades para ensaiar os aspectos defensivos e ofensivos a implementar durante o Campeonato Africano que arranca a 28 de Julho.

 

Por Alfredo Júnior, em Kigali

 

E o Senegal foi o adversário perfeito para Moçambique neste estágio pré-competitivo, pois é um dos candidatos ao título prova que vai disputar-se em Kigali e trouxe outras dinâmicas quando comparado à selecção do Ruanda com quem a selecção nacional fez o primeiro teste antes desta prova que apura os representantes continentais para o torneio pré-olímpico.

 

Em pleno BK Arena, a selecção do Senegal entrou forte ganhando vantagem inicial na partida, chegando a ter o parcial de 9-2 nos instantes iniciais da partida, mas Moçambique que voltou a repetir o cinco inicial composto por Delma Zita, Stefânia Chiziane, Ingvild Mucauro, Leia Dongue e Tamara Seda conseguiu reagir a contento e passar para a liderança do marcador que no final do primeiro quarto indicava o resultado de 17-21.

 

A resposta das pupilas de Carlos Aik surpreendeu à equipa orientada por Moustapha Gaye que interferiu e condicionou a acção da equipa de arbitragem, contestando algumas decisões dos homens do apito face a maior avalanche pontual das moçambicanas que chegaram a ter 10 pontos de vantagem, 20-30 ao cabo de 5 minutos do segundo quanto que terminou com o resultado de 37-40, ao intervalo.

 

No terceiro quarto Moçambique conseguiu continuar a controlar o jogo, ainda que a selecção nacional tenha voltado a serenar o seu jogo, conseguiu um parcial de 19-20, porém permitiu uma maior aproximação das adversárias que conseguiram uma sequência de oito pontos consecutivos colocando o resultado em 56-55, mas rapidamente as moçambicanas reassumiram o jogo, terminando esta etapa com 4 pontos de vantagem, pois o resultado ao cabo de 30 minutos de jogo estava em 56-60.

 

A 6:39 minutos do final do último quarto, Moçambique perdeu a oportunidade contar com as suas duas “torres gémeas” com jogo influente debaixo do cesto, ou seja, Tamara Seda (9 pontos e 9 igual número de ressaltos, em 24:25 minutos) e Leia Dongue (15 pontos e 4 ressaltos, em 18:45 minutos) foram excluídas da partida por terem atingido o número limite de faltas, mas a entrada de Odélia Mafanela (14 pontos e 5 ressaltos) e Nilza Chiziane (4 pontos e 4 ressaltos) manteve Moçambique no comando da marcha do marcador que no final da contenda indicava o resultado de 69-70, graças à capacidade de controlo de jogo demonstrada pelos moçambicanas. (LANCEMZ)

 

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