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Joaquim Lobo é campeão africano de canoagem, dupla Neuzia e Teresa conquista bronze

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O canoísta moçambicano Joaquim Lobo conquistou a medalha de ouro na prova de C1-200 metros, no 13.º Campeonato Africano de Canoagem de Velocidade e Paracanoagem, que decorreu em Boumerdès, na Argélia, até 12 de outubro. Na mesma competição, Moçambique conquistou a medalha de bronze através da dupla Neuzia Banze e Teresa Chianane, na prova de C2-500 metros.

Por Redação LanceMZ

Joaquim Lobo chegou ao primeiro lugar depois de cumprir a prova com o tempo de 44,34 segundos, deixando na segunda posição o atleta Admilson Sousa, de São Tomé e Príncipe, com mais 1,10 segundos que o moçambicano (45,44 segundos), sendo que a terceira posição foi para o angolano Manuel António, que cumpriu a prova com o tempo de 45,64 segundos.

Aos 31 anos, Joaquim Lobo procura estabelecer marcas que permitam a sua participação nos Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028, depois de ter participado nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro 2016, onde foi porta-bandeira da delegação moçambicana.

A conquista da medalha de ouro na disciplina C1-200 metros em seniores masculinos junta-se à medalha de bronze conquistada, no domingo, 11 de outubro, pela dupla Neuzia Banze e Teresa Chianane, na prova de C2-500 metros, na categoria de Sub-23, elevando para duas o número de medalhas conquistadas por Moçambique na competição.

Neuza Banze e Teresa Chianane alcançaram este feito ao terminarem na terceira posição com o tempo de 2.30,14 minutos, mais 11,19 segundos que a dupla egípcia Asmaa Aly e Gana Mosry, que fez a distância com o tempo de 2.18,94 minutos, enquanto a dupla argelina Chanez Slimane e Amel Ferguen terminou em segundo lugar com o tempo de 2.22,32 minutos.

Refira-se que neste campeonato africano um dos destaques foi a dupla angolana composta por Manuel António e Domingos Pacavira, que pelo terceiro ano seguido se sagrou campeã africana, desta feita tendo cruzado a meta com o tempo de 1:49.08, mostrando uma sincronia que já é a sua imagem de marca. Antes, tinham sido campeões na Nigéria, em 2023, e voltaram a vencer em casa, em 2025. Com o título de 2026, fecham um ciclo de três vitórias consecutivas nesta categoria olímpica.

No cômputo geral, o Africano foi dominado pelo Egipto, que conquistou 17 medalhas de ouro, 5 de prata e 4 de bronze, sendo seguido pela África do Sul, que conquistou 7 medalhas de ouro, enquanto São Tomé e Príncipe terminou em terceiro com 5 medalhas de ouro, 2 de prata e igual número de bronze.

Na classificação geral, Moçambique terminou na sétima posição com uma medalha de ouro e igual número de bronze, numa competição que contou com a participação de nove países. (LANCEMZ

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