Após Selecção Nacional de Basquetebol Feminino garantir a participação no Afrobasket 2025 através de um dos convites (wildcard) atribuído pela FIBA África, o presidente da Federação Moçambicana de Basquetebol (FMB), Paulo Mazivila, destacou que o convite foi merecido, considerando o histórico do basquete moçambicano no cenário continental.
Por Redacção LanceMZ
“Consoante o historial daquilo que tem vindo a acontecer a nível do Basquetebol Africano, obviamente que tínhamos certeza que somos merecedores de participar neste campeonato africano das nações”, afirmou Paulo Mazivila.
A chamada do combinado nacional foi aprovada após a submissão de um questionário de garantias exigido pela FIBA, acompanhado de uma carta de conforto do governo. Segundo Mazivila, este documento foi crucial na decisão do organismo máximo do Basquetebol Africano.
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“Contou muito a carta de conforto do governo, porque a FIBA queria garantias. Uma das condições que a FIBA impôs foi o questionário de garantias das condições para a participação e nós submetemos a nossa exposição junto à carta do governo, que confortava a FIBA África de que o governo iria, junto da Federação, trabalhar para todas as soluções possíveis para a nossa participação”, reconheceu Mazivila.
MOÇAMBIQUE NA MÁXIMA FORÇA
Com a vaga na prova assegurada, o dirigente da FMB sublinhou que Moçambique vai ao Afrobasket 2025 na sua máxima força e determinado a fazer história.
“Nós estamos a trabalhar no sentido de trazer todas as nossas atletas para Moçambique. Nós vamos com tudo, nós vamos com a máxima força possível, porque este Afrobasket vai ser diferente. E nós vamos fazer história”, declarou o dirigente da FMB.
Em relação aos prémios de jogo, Mazivila assegurou que não há nenhuma pendência com as atletas e equipa técnica, destacando o compromisso do Governo que pagou a todos atempadamente.
“Nós não temos nenhum pendente em relação à premiação de jogo, toda a premiação de jogo do Ministério da Juventude e Desportos, Sua Excelência Caifadine Manasse, garantiu e pagou de imediato todas as atletas que estiveram nesta campanha de Angola. Portanto, não há nenhum pendente com atletas e equipa técnica a nível de premiação de jogo”, assegurou.
ESTÁGIO NA TURQUIA
Com pouco mais de três meses de preparação até ao arranque da competição, Paulo Mazivila partilhou que a Federação tem planos de levar a selecção para um estágio na Turquia.
“Nós temos um plano de preparação onde pretendemos ir à Turquia, porque tem lá as academias e muitas equipas vão lá fazer o seu estágio e é possível fazer jogos na Turquia e consolidarmos o trabalho técnico na equipa. Estamos convictos que é possível haver estágio porque o tempo nos permite buscar apoios para isso”, revelou Mazivila, reforçando que a federação está em busca de apoios para viabilizar esta iniciativa.
Com a presença confirmada no AfroBasket 2025, Moçambique junta-se a selecções como Costa do Marfim (anfitriã), Nigéria (campeã de 2023), Senegal, Mali, Ruanda, Camarões, Uganda, Angola e Egipto numa competição que decorrerá de 25 de julho a 3 de agosto em Abidjan, Costa do Marfim. (LANCEMZ)











