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Aik e Covilhã criticam modelo da competição que apura para AfroBasket 2023 na Zona VI

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Os selecionadores nacionais de Moçambique e de Angola, Carlos Aik e Jaime Covilhã, foram bastante críticos em relação ao modelo de disputa da etapa de apuramento ao Campeonato Africano de Basquetebol em seniores femininos, AfroBasket 2023, sobretudo pelo facto de a FIBA-África ter decidido unilateralmente pela realização de uma finalíssima entre as duas primeiras classificadas da fase regular.

 

A prova que teve a participação de quatro países ao invés dos seis inicialmente previstos foi completamente desequilibrada, com Moçambique e Angola a demonstrarem terem um nível superior e muito acima do Zimbabwe (anfitrião) e Zâmbia.

 

“Já manifestei em ocasiões anteriores que discordo deste modelo de competição escolhido pela FIBA-África, nós ganhamos seis jogos e a equipa de Angola perdeu dois, logo à partida as duas selecções são as principais candidatas, se na terça-feira tivermos um dia mau, perdermos o jogo perdemos tudo, pelo que não dá para entender este modelo, é algo que acontece só em África mesmo”, disse Carlos Aik.

 

Por seu turmo Jaime Covilhã alinhou no mesmo diapasão da critica ao modelo de competição e de qualificação ao AfroBasket, tendo considerando-o “muito esquisito, é muito estranho como a FIBA aprovou este modelo, porém eles são soberanos nas suas decisões o que temos que fazer é aceitar e jogar”.

 

Recordar que Moçambique e Angola têm marcado presença regular no AfroBasket, tendo na última edição da prova decorrida em Yaoundé, nos Camarões terminado na quinta posição, enquanto que as angolanas ficaram na sétima posição. (LANCEMZ)

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