As Linhas Aéreas de Moçambique continuarão a ser a transportadora das caravanas do Moçambola e a garantia foi dada por Agostinho Langa Júnior, Presidente do Conselho de Administração dos Caminhos de Ferro de Moçambique, que coordena o grupo de empresas (Hidroelétrica de Cahora Bassa e Empresa Moçambicana de Seguros) que estão a intervencionar a companhia aérea nacional.
Por Alfredo Júnior
Falando aos microfones da Televisão de Moçambique, Langa Júnior, confirmou que as negociações entre a LAM e a Liga Moçambicana de Futebol estão bem encaminhadas, entado garantida a emissão dos bilhetes para as equipas participantes na prova, sem descurar da exigência imposta desde o ano passado que indica que para viajar é necessário pagar o bilhete, estando vedada qualquer possibilidade a emissão à crédito.
“Temos insistido com a Liga Moçambicana de Futebol que tem que pagar os bilhetes para o Moçambola. E isso é solicitado a toda a gente. Não há ninguém que voa de borla. Mesmo eu não voo de borla nas LAM. E a Liga Moçambicana garante-nos que consegue patrocínios para isso”, começou por dizer Langa Júnior.
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O PCA dos CFM assegurou que a serão aplicadas tarifas comportáveis para as capacidades da LMF, mesmo nos trajectos em que a companhia não tenha voos directos, obrigando sempre uma escala técnica em Maputo.
“Trabalhamos num esquema de pequenos descontos, não é? Nós continuamos ainda com a situação de não conseguirmos fazer ligações diretas entre as províncias. Por exemplo, quem estiver em Nampula e que queira ir, por exemplo, para Tete, ainda é obrigado a vir a Maputo, depois é que faz a viagem para Tete. Então, o que nós negociamos é que este troço, Maputo-Tete, seja num preço bastante bonificado, de modo que o custo do bilhete não seja bastante alto. Portanto, eu acho que isso está fechado”, referiu o PCA que coordena a gestão da LAM.
Agostinho Langa Júnior revelou que a factura com os preços ajustados já foi encaminha a LMF, sendo que alguns parceiros do organizador do Moçambola, incluindo os Caminhos de Ferro de Moçambique, já asseguraram o pagamento das passagens aéreas para 10 jornadas da prova.
“Nós já apresentámos por escrito a Liga e a própria Liga concordou. Já agora falando um pouco do CFM de novo, que é um dos patrocinadores, nós próprios já garantimos esse patrocínio. Há algumas empresas que são as principais patrocinadoras e essas garantem que, pelo menos para as primeiras 10 jornadas, elas vão fazer o desembolso na totalidade daquilo que são os patrocínios, enquanto se negociam depois o resto”, disse Agostinho Langa Júnior.
Referir que o Moçambola 2026 arranca a 1 de Maio e segundo o Presidente da LMF, Alberto Simango Júnior, o custo das passagens aéreas reduziu para cerca de 80 milhoes de Meticais devido a implementação do modelo de emparelhamento das jornadas. Recordar que as primeiras três jornadas da prova serão marcadas por jogos com equipas da mesma cidade ou região, para minimizar o custo do transporte aéreo. (LANCEMZ)











